Point of Grace

#95 – You Amaze Us

Quem me acompanha pelas minhas redes sociais sabe que eu estou nos Estados Unidos fazendo uma mini-turnê pra divulgar meu disco. Pretendo fazer um post a respeito quando acabar tudo, mas se for seguir os padrões desse blog, isso pode demorar um século, então você pode esperar sentado. É um grande milagre esse post ir ao ar, mas o assunto de hoje é tão legal que resolvi compartilhar.

Toda vez que eu venho pra cá, eu sempre procuro saber se tem algum cantor que eu gosto se apresentando na região. Quem me conhece sabe que o Point Of Grace é um dos meus grupos preferidos de todos os tempos e quando estava planejando minha viagem pra cá dessa vez, vi que elas estariam em turnê com o Selah, e que fariam um show na cidade de Quarryville, na Pensilvânia. Da casa da minha mãe até lá são quase 3 horas de viagem, mas vamos lá! Comprei ingressos pra minha mãe, meu padrasto e pra mim, e lá fomos nós, rumo a uma igreja no meio do nada.

ticket

As portas se abririam às 17:15h para os que haviam comprado entradas VIP e às 18h começou um Meet & Greet com os dois grupos para estes. O promotor do evento conduziria uma sessão de perguntas vindas do público e por aí vai.

M&G

 

Foi um esquema bem informal, e em um determinado momento, minha mãe levantou a mão, não pra perguntar, mas pra dizer às mulheres do Point Of Grace que as músicas delas sempre estiveram presentes na nossa casa, e que eu já cantei várias delas. Nisso, meu padrasto já interrompeu e falou pra todo mundo que eu sou cantor no Brasil e que estou aqui nos Estados Unidos divulgando meu CD e tudo mais.

Enfim, o show começou e foi dividido em três partes: primeiro o Selah, cantando uns 35 minutos, depois o POG com o mesmo tempo, e no final, um bloco com os dois grupos. Não conhecia muito bem o repertório do Selah, mas eles me impressionaram bastante.

Selah

No meio do bloco deles, eles cantam um hino congolês chamado “Esengo”, e nessa hora, o Todd Smith do Selah, costuma chamar algumas pessoas do público ao palco pra ensinar trechos da música e ter uma interação. Ele escolheu três pessoas e chamou “o cara brasileiro”. Acho que eu era o único “cara brasileiro” no público – e no interior da Pensilvânia – então lá fui eu pro palco. Acabou a música, as outras pessoas do público desceram do palco, mas eles pediram pra eu ficar lá mais um instante. Aí o Todd me perguntou de que local do Brasil eu sou e o que eu estou fazendo nos Estados Unidos. Eu falei que sou um cantor de São Paulo e que estava por aqui divulgando meu trabalho em igrejas de fala portuguesa. Então, ele pediu pra eu cantar um trecho, em português, de algum hino conhecido, e eu escolhi “Sou Feliz Com Jesus”.

Depois desse momento inusitado, eles cantaram mais algumas músicas e deixaram o palco para o POG. Elas acabaram de lançar seu mais novo álbum, Directions Homee cantaram algumas músicas do mesmo, assim como um medley das antigas como “Gather At The River”, “The Great Divide” e “Keep The Candle Burning”.

POG

Depois do bloco delas, os dois grupos voltaram para a terceira parte do show, que foi a mais legal. O Selah cantou algumas músicas do POG (“Steady On”, “Jesus Will Still Be There” e “I’ll Be Believing”) e elas cantaram algumas do Selah (“Power In The Blood”, “Broken Road”, “I Turn To You”) e no final, os dois grupos cantaram juntos as músicas “You Raise Me Up” (Selah), “Lord, I Need You” (POG) e “You Amaze Us” (Selah).

Foi muito legal ver a interação dos dois grupos. O show em si não foi uma super produção. A maioria do show foi acústico, só com piano e violão acompanhando, mas foi muito bem cantado, muito simples, muito espiritual.

No final, dei uma de tiete e peguei a fila de autógrafos, tirei fotos com os dois grupos e aproveitei pra deixar alguns exemplares do meu CD com eles.

MF e POG MF e Selah

 

Resumindo, foi uma noite ótima, surpreendente e abençoada.

Sem mais por ora.