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#96 – Playbacks

Já postei no Instagram hoje, mas numa tentativa de movimentar um pouco esse site, vou anunciar aqui também. Os playbacks do meu disco Sem Olhar Pra Trás foram lançados hoje no iTunes.

SOPTPB

Olha que pessoa simpática.

Demorei pra lançar por alguns motivos:

  1. O idealismo na luta por fazer música ao vivo – tanto que eu disponibilizei as partituras de base aqui muito antes de lançar os playbacks.
  2. Questões burocráticas que fugiam em parte do meu controle (coisa que eu odeio!).
  3. Esquecimento. Simples assim.

Mas ei-los agora. Em breve estarão no Spotify e afins.

Se você gosta de cantar e quer algumas opções novas de música, agora você tem 12 novas opções.

Se você cantar e filmar, posta no YouTube e me mande o link pelo Twitter ou no Facebook.

Boas cantorias, amigos! Espero que vocês façam bom proveito e que seja uma benção na vida de vocês e das pessoas que os ouvirem.

#90 – Abraça a Cruz

Quem frequenta (ou costumava frequentar) esse blog, sabe que eu amo cantar e que essa é a atividade que eu mais desenvolvo dentre as tantas outras que ocupam meu dia a dia. Coisa boa é cantar com amigos. Há alguns meses, eu tive a oportunidade de cantar com alguns deles na Igreja do UNASP-EC. A música já é um pouco antiga, mas a mensagem dela continua sendo atual.

Prometo que volto em breve com post novo!

#28 – Natal, Feliz Natal

Natal em família é sempre bom, e esse ano não foi diferente. Aliás, a semana toda foi muito boa, e mais pra frente vou dedicar um post ao tempo que passamos em família, mas agora estou com preguiça, então só vou falar do Natal. O Natal foi ótimo. Fizemos um culto em família, com muita música e algumas reflexões. Depois disso a primeira parte mais importante: a ceia. O cardápio foi peru, arroz, salada (que eu nem comi), farofa e bacalhau. Quando eu tinha uns 7 ou 8 anos, eu inventei uma tradição de que eu sempre tinha que comer uma das coxas do peru. Deve ser porque eu tenho muita classe. Enfim, 20 anos depois, a tradição continua.

A foto não está muito boa, mas dá pra ter uma idéia. Houve um segundo prato, mas sem coxa.

Depois do delicioso jantar, fizemos as revelações do famoso amigo secreto. Como de costume, alguns amigos não eram tão secretos assim, mas foi divertido de qualquer jeito. Esse ano foi uma tremenda marmelada. O meu primo Márcio me tirou e me deu o seguinte presente:

Eu gostei porque a gente já tinha visto Paris, Je T’Aime juntos.

Eu tirei a Laura. Foi a segunda vez que a tiro em um amigo secreto. A primeira vez foi em um amigo secreto do Novo Tom. Eu a presenteei com um DVD da Martha Argerich. Dessa vez, ela ganhou dois DVDs do Chico Buarque. Sucesso.

Ganhei mais alguns presentes legais da minha mãe e padrasto, e não ganhei nada do meu irmão. Mas tá tudo certo. Quem se importa com presentes? O importante é a família estar reunida. E foi tudo ótimo. Muita comida, muita risada, muita gritaria.

Já estou com saudades.

#15 – Wendel Mattos

Não tive muito contato com o Wendel. O conheci através dos meus primos Leo e André. Nos encontrávamos esporadicamente em diferentes eventos, às vezes na igreja, mas nada muito além disso. Mesmo assim fiquei sensibilizado ao saber dos problemas de saúde que ele enfrentava.

Estava em Belém quando recebi a notícia de sua morte. Isso mexeu comigo. Não sei se foi pelo fato de ele também ser músico. Não sei se foi por saber da luta dele contra sua doença. Não sei se foi pelo fato de eu ter orado por um milagre. Não sei. Só sei que fiquei ali, na van, sem nenhuma reação. Apenas chorei. Chorei pensando em seus pais. Chorei pensando em seu irmão. Chorei pensando em sua esposa, com quem esteve casado durante apenas quatro anos.

Apesar de não conhecê-lo tão profundamente, ficou claro que o Wendel deixou um belo legado para trás. Seu amor, dedicação e comprometimento com a causa de Deus era evidente em tudo o que fazia. É uma pena que ele se foi. O meu conforto é que ele descansou, e em breve vai acordar. Vai acordar em um dia em que Ele vai enxugar toda a lágrima dos nossos olhos. Vai acordar em um dia em que a morte vai acabar pra sempre, em que as lágrimas, o choro e a dor vão acabar pra sempre, e Ele vai fazer novas todas as coisas.

Esse dia está perto, e eu quero estar pronto…cada dia, bem mais perto desse dia.

#10 – Love The Light

Eu amo essa música:

i met a man who lost it all
ten years ago, just like the fall
he gave in and did it his way
traded his peace for shadows and shame
now ten years later, with scars to bear
he’s climbing back out of his pit of despair
and it is no trouble for him to see
his need for a savior, his need for mercy
he loves the light
he’s not ashamed
he’s nothing to hide
everything’s changed
voices still call him
back to the night
but he’s standing strong now
‘cause he loves, he loves the light
he’s learning to dance, learning to dream
he’s seeing colors he’s never seen
you won’t hear him deny who he used to be
he’s an open book for the world to read
he loves the light
he’s not ashamed
he’s nothing to hide
everything’s changed
voices still call him
back to the night
but he’s standing strong now
‘cause he loves, he loves the light
and peace and hope and forgiveness
no more hiding, no more secrets
he loves the sun, he loves the sky, the clouds
and he loves the light
he loves the light
he’s not ashamed
he’s nothing to hide
everything’s changed
voices still call him
back to the night
but he’s standing strong now
‘cause he loves, he loves
he loves the light
love the light
love the light
love the light

#9 – EUA Parte Dois – Sight & Sound

Estou na casa da minha mãe, aqui na Virginia há quatro dias. Estou acompanhado de Riane, Edison e Toddynho, meus companheiros de viagem. Temos feito compras, assistimos aos fogos na comemoração da independencia dos Estados Unidos no dia 4 de julho, fizemos mais compras e comemos bastante. Hoje, tivemos a grata oportunidade de visitar o teatro Sight & Sound. O ministério Sight & Sound teve início em 1975, e hoje é descrito como “a Broadway cristã”, entre outros comentários. Basicamente, trata-se de uma espécie de teatro que dá vida à várias histórias da Bíblia. Tiramos o dia pra curtir o teatro, que fica localizado em Strasburg, Pennsylvania. Fizemos o “Behind-The-Scenes Tour,” que mostra os bastidores das produções, e devo dizer que a infraestrutura deles é impressionante. Depois disso, assistimos a uma peça que fala sobre os Salmos de Davi. A primeira parte focou mais no salmista, e a segunda focou mais nos hinos e composições depois de Cristo. Uma das partes mais emocionantes pra mim foi quando falaram de Fanny J. Crosby, uma das mais conhecidas compositoras de hinos sacros de toda a história. Ela perdeu a visão com seis semanas de vida, e mesmo assim, não se deixava abalar por causa disso. Ela compôs centenas de hinos, como “Bendita Segurança”, entre outros, e uma vez disse que “quando chegar ao Céu, o primeiro rosto que alegrará minha visão será o do meu Salvador!” Me emocionei com tanta esperança e tanta fé. Depois disso, fomos assistir ao musical Joseph, que fala sobre a vida de José. É tudo impressionante — a produção, o palco, os cenários, a iluminação, os animais, o audio, os atores, os cantores. Mesmo assim, o que mais me impressionou foi a história. Eu já conhecia a história, mas uma coisa é ler na Bíblia. Outra coisa é assistir a história cantada e falada. Eu sempre fico impressionado com a história de José. Ele foi uma pessoa íntegra, pura, que seguia os caminhos de Deus, e que sofreu na mão de seus irmãos, foi colocado em uma terra estranha, foi preso injustamente por algo que ele não fez, e no meio de tudo isso, ele foi escolhido por Deus para salvar sua família e sua nação de uma terrível escassez de comida. Pelo poder e pela graça de Deus, ele conseguiu perdoar seus irmãos dos males que eles o fizeram, e o reencontro foi emocionante. Lavei minha alma. Infelizmente, não tenho fotos, porque as mesmas não eram permitidas dentro do teatro.

Um adendo: se você que lê este post está na região de Washington, estarei com o Novo Tom na Washington Brazilian Church (BR1) no próximo Sábado 10, às 18:30h. Mais informações no site do Novo Tom.

#8 – EUA Parte Um – Atlanta

Acabo de arrumar as minhas malas. Foi uma semana intensa em Atlanta. Chegamos aqui no fim da tarde de terça, e fomos explorar os arredores. Acabamos encontrando um Target, um Best Buy e um Taco Bell. Para o Toddynho, é tudo novidade, e ele está curtindo tudo. Até Dr. Pepper, um dos refrigerantes mais horrendos na face da terra. Após diversas buscas por roupas, acessórios e outros cacarecos, idas à museus e muitas refeições, finalmente, na quinta-feira, separamos um tempo para a razão pela qual nós estamos aqui. Como eu disse no post anterior, a cidade de Atlanta está sediando o 59º Encontro da Associação Geral da IASD. Os hotéis estão lotados, os estacionamentos mais ainda, e onde quer que você olhe, você vê gente de todos os tipos, de todas as cores, de todos os países, mas com um só propósito: proclamar a graça de Deus. É muita gente. Não sou muito chegado em grandes multidões, e é MUITA gente. Mesmo assim, é MUITO legal ver que todos ao seu redor acreditam na mesma coisa que você acredita, e tem a mesma esperança que você tem. Isso não tem preço. O Novo Tom finalmente se reencontrou como grupo (tirando Regina, Gabas e Gabro, que não vieram) na quinta à noite. Uma passagem de som estava marcada para nós do auditório principal, mas acabou não dando muito certo. Chegamos cedo ao Georgia Dome hoje, e cantamos a música “O Pior do Homem, o Melhor de Deus” no início de uma reunião do plenário. Vimos a Seleção Brasileira ir pra casa depois da partida contra a Holanda. Durante a tarde, cantamos as músicas “Paz” e “O Melhor Lugar do Mundo” no palco do stand da Hope Channel, e com isso, finalizamos as nossas participações na Conferencia Geral.

Amanhã seguimos rumo à Washington, onde cantaremos no sábado que vem.