Família

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#78 – Enfim de Férias

Estou de férias. Nem acredito. O semestre foi repleto de atividades, e mesmo amando meu trabalho, é bom tirar um tempo pra não fazer nada.

Estou na casa da minha mãe e padrasto aqui no norte da Virgínia, perto de Washington, DC. A viagem pra cá foi relativamente tranquila, a contrário de tudo que antecedeu a viagem. No dia em que viajei, o Academia da Voz se congregou no estúdio Mosh para gravar a segunda etapa do vocal do projeto Herói da Fé. Pra quem não sabe do que se trata, tem um post do Lineu no site do Novo Tom que esclarece tudo e pode ser conferido aqui. Voltando ao assunto, a gravação se deu na quarta-feira. Isso quis dizer que tive que deixar tudo (mala, casa, etc) arrumado na terça à noite. Madruguei na quarta para finalizar tudo e subi pro colégio. Tinha marcado com a empresa de ônibus para que o motorista chegasse às 7 da manhã para sairmos às 7:30. Devido a uma falha de comunicação dentro da empresa, fomos sair às 8:30 da manhã. Isso já não estava contribuindo para o meu bom humor, mas Deus é bom e a gravação rendeu tão bem que encerramos uma hora mais cedo do que estava previsto.

Abaixo, uma foto da gravação:
mosh

Gravações encerradas, fomos comemorar da melhor forma: comendo. Fomos a uma pizzaria pertinho do estúdio, e de lá, me despedi de todos e segui rumo ao aeroporto de Guarulhos.

Nove horas depois de embarcar, cheguei em Washington e minha mãe já estava me esperando. Na quinta e na sexta ficamos por conta de compras pra casa e pro almoço de sábado.

No sábado, fui pra BR1 onde cantei “O Pior do Homem” com a Laura e “Por Que Deixá-Lo a Esperar” com Coral Jovem de Washington.
br1

Voltamos da igreja e preparamos o almoço, que ficou por conta minha, da minha mãe e da Laura.

O cardápio:
Salada verde com cranberries, blueberries e nozes carameladas
Salada de pimentão com alcachofra
Risotto de alho poró
Salmão grelhado com alcaparras
Frango ao molho cremoso de mostarda

Foi tanto empenho na parte salgada da refeição que tivemos que nos contentar com isso:
javachip

Não achei ruim, não vou mentir.

Contamos com a presença das amigas Raquel e Ive Fonseca aqui em casa no final de semana. A Ive eu conheço desde a época do IASP, e a família Fonseca sempre foi muito especial. Saímos pra almoçar no Cheesecake Factory no domingo.
cheesecake

Enfim, foi um fim de semana muito agradável e um ótimo começo para as minhas férias.

Espero que os meus 7 leitores tenham uma semana excelente e abençoada.

PS.: Como já estou COMPLETAMENTE no clima Natalino, nada mais justo que o blog também refletisse essa alegria, né? Rsrsrs

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#70 – Rio de Janeiro

As férias acabaram, já estou de volta ao trabalho e quando assisto a esses vídeos, só fico com vontade de voltar. Eu amo o Rio. Eu amei essa viagem. Amei o Shopping Leblon, a praia do Arpoador, o Manekineko, o Cristo, Grumarí, a Toca da Traíra, o Brazeiro da Gávea, Ipanema, o Bibi. Amei o Forte de Copacabana e a Confeitaria Colombo. Até a BikeRio eu amei (tudo bem que, depois de pedalar de Copacabana até a Lagoa, este sedentário blogueiro estava esbravejando e prestes a jogar a bicicleta na Lagoa).

Vale ressaltar também que finalmente conheci as amigas Lu e Rossana (esposa da celebridade master e dono da gloriosa “Rádia” Crente Que É Gente, Wanderly Dornelles), a quem só conhecia pelo Twitter.

Enfim, abaixo estão os três vlogs desta gloriosa viagem:

#69 – Marcio e Simone

Mais um casamento. Mais um encontro de família. Mais risadas. Mais comida. Mais nordeste. Mais música.

Todos reunidos para o casamento do Marcio com a Simone. Foi muito bom ter a família toda reunida mais uma vez. O casamento foi emocionante. Tudo muito lindo.

Documentei alguns momentos e fiz mais um vlog.

Espero que gostem!

#60 – Para a Laura

“It’s the end of an era!” (Joey Tribbiani)

Não lido bem com despedidas. Ainda mais quando se trata de me despedir daqueles que são próximos de mim. Hoje tem despedida. Vai ser por este post, agora. Vai ser por telefone, mais tarde.

Ultimamente, a convivência não tem sido tão frequente. Na nossa infância, o convívio era frequente, ora em São Paulo, na minha casa, ora no Rio de Janeiro, na sua casa. O tempo passou, a gente virou gente grande, e o convívio, antes tão frequente, limitou-se, este ano, a encontros familiares, cantorias aqui e ali, visitas à sua casa, visitas à minha casa. Você na cidade grande e eu no interior. Mas nos momentos em que nos encontramos ao longo deste ano, foi como se o tempo não tivesse passado.

Com você sempre foi assim. Apesar da diferença de idade (sou 5 anos mais velho), sempre fomos amigos antes de sermos primos. Sempre fomos cúmplices, parceiros, unidos pela música, pela arte, pelas trivialidades da vida, pelas alegrias, pelas tristezas, pelas vitórias, pelas derrotas, pelo sangue.

Eu estou triste porque você vai embora. É estranho, isso. Eu vou continuar não te vendo sempre, mas parece que a gente sente mais quando é um continente que nos separa ao invés de uma rodovia.

Eu estou triste porque você vai embora. No entanto, estou conformado porque sei que pra você, está bem claro que é algo que você tem de fazer. Mas quando você cumprir seu dever, volta, ok? E não demora!

Já tenho saudades.

Love you!

#57 – Mini-Férias

Voltei ontem à noite de Salvador. Passei um fim de semana de folga maravilhoso com minha mãe e irmão. Como ela mora fora do Brasil, a gente se encontra pouco, e aproveitamos o final de semana pra viajarmos e passarmos bons momentos juntos.

Aqui a gente está no Takê. Mais a respeito mais pra baixo.

Foi ótimo. Eu estava um pouco preocupado na quinta, porque uma gripe resolveu me atacar do nada. Tanto que eu tive que ir embora do trabalho antes de encerrar o expediente. Desci pra casa e recorri ao santo milagreiro:

Ele geralmente funciona, mas acho que é preciso descansar pra ele fazer efeito. Duas horas depois que eu tomei o remédio, eu tive que ir ao CEVISA cantar pro pessoal do grêmio da União Sul Brasileira. Cheguei em casa, tomei outro Resfenol e fui dormir.

Acordei ruim na sexta e não fui trabalhar. Aí eu lembrei que eu ainda tinha aquele remédio que tomei quando fiquei ruim em Praga, o tal do Coldrex.

Foi tiro e queda. Comprei um Naldecon no aeroporto de Viracopos e, tirando a minha garganta, me senti bem melhor a partir de sábado.

QUE FIQUE BEM CLARO: Eu não gosto de tomar remédio, mas às vezes a gente precisa, né?

Nós ficamos no Catussaba Resort Hotel. Recomendo com louvor. Não achei muito caro, pro tanto que o hotel oferece. O atendimento é excelente, a praia é maravilhosa e a comida…oh, céus. Que comida boa!

Algumas fotos do paraíso:

Feio, né?

Outro ponto alto do final de semana foi meu retorno ao glorioso Takê, cujo dono é meu amigo. Eu já falei sobre o Takê aqui nesse blog. Se você mora em Salvador o Maceió, pare de ler esse blog e procure o Takê. Eu não minto a respeito de comida. É um assunto que eu levo a sério.

Foi muito bom rever o Myung, e também os amigos Jader e Rejane a quem não via há tempo.

 com o Myung

 com Myung, Guigo, Jader e Rejane

 com Jader, Rejane, Mamãe e Guigo

Vocês podem perceber na foto que eu estou BASTANTE queimado. Não sigam o meu exemplo. Não se deixem enganar pela brisa suave que vem do mar que ajuda a não perceber o sol quente.

E pra finalizar, deixo um presente para vocês:

Amém.

#55 – Vó Rosila

Ela tinha 85 anos. Ela era doce, bem-humorada e querida por muitas pessoas. E na segunda-feira, dia 29 de agosto, ela descansou. Foi triste. A gente sabe que um dia vai morrer, mas nunca estamos prontos pra isso. A morte geralmente nos pega de surpresa. E com a morte vem a tristeza, mas no caso da minha querida vó, a tristeza veio acompanhada de esperança. Esperança essa de que nós nos veremos em breve.

Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou.


PS.: MUITO obrigado a todos que mandaram mensagens pelo Twitter, Facebook, email e celular. O carinho de vocês foi sem igual!

#43 – Dia das Mães sem Mãe

Mais um dia das mães passou e eu não passei com minha mãe. Foi uma pena, mas eu sou um filho muito empenhado. Mandei cartão e presente pela minha tia Sonete, depois ainda mandei um cartão eletrônico e o post de número 42 deste meu blog foi dedicado a ela. Fora que ainda peguei carona nas flores que meu padrasto mandou pra ela. Fala sério. Cobri todas as bases. Pena que ela estava longe.

Mesmo com este infortúnio, o fim de semana foi ótimo. Meus primos Carol e Helder vieram pra Artur no sábado à tarde com os filhinhos. Nós temos muitas coisas em comum, e uma delas com certeza é o amor pela tal da gastronomia. Eu gosto de cozinhar, mas tenho preguiça. Já o Helder é outra história. Ele é muito empenhado. O sábado já começou com uma bomba na hora do almoço, com lasanha e um frango muito 100% ao molho de cebola e maionese. Depois do pôr-do-sol, resolvemos botar a mão na massa. Isso por si só já é um grande feito, porque se a preguiça de cozinhar é grande, a de ajudar a fazer qualquer coisa na cozinha é maior. O Helder queria aprender a fazer os meus cookies, então fomos atrás dos ingredientes. Os mesmos foram um sucesso. O Luquinhas que o diga:

Depois deste aperitivo (com um copão de leite gelado), ficou a dúvida do cardápio para o jantar. Pizza? É uma boa opção? Lá vamos nós (ou seja, o Helder), fazer pizza. Ele queria fazer a massa do zero, mas aí a Pizzaria Verona vendeu 5 massas cruas por R$2 cada. O resultado:

Tudo bem que depois de 2 ou 3 cookies com leite, não tinha muito espaço pra pizza, mas com muito esforço, consegui mandar duas fatias pra dentro. Depois do filme que a gente assistiu, ainda peguei uma lasquinha de um pedaço que a Laura estava comendo.

Domingo é um dia pra dormir até mais tarde, descansar da semana e tudo mais, mas às 10:30, o Helder me acordou para ajudá-lo com o almoço. Custou um pouco no começo, mas valeu muito a pena depois. O cardápio:

Trouxinhas de queijo brie com mel ou azeitona
Salada de alface, tomate e mussarela de búfala ao pesto (obra da Laura)
Bruschetta de tomate e pimentão amarelo com queijos Minas e mussarela (obra minha)
Filé mignon com vagem
Rondelli de quatro queijos
Panqueca de doce de leite com sorvete de creme

Senhor.

Nem senti falta da Coca. A bebida foi suco de uva.

Claro que homenageamos as mães presentes que eram a Carol, a vozinha e a tia Tania, que não tem filhos mas é mãe de todos os sobrinhos.

Enfim, foi um final de semana ótimo com muita família, muita comida, muita risada, e digo mais: final de semana de folga é uma benção!

PS.: Um agradecimento especial à Dani, por ter me introduzido ao mundo dos aplicativos de foto no celular. Minha câmera quebrou, e to dependendo do celular pra tirar fotos por enquanto. Acho que tá quebrando o galho, né?

#42 – Mamãe

É tanta coisa pra escrever, tanta coisa que já aconteceu, tanta coisa pela qual passamos juntos.

Não tem como resumir em um post neste blog.

Por isso, vou usar este espaço para agradecer. Agradecer a Deus por ter me dado privilégio de ser filho de quem eu sou. Por ter me dado uma mãe linda, inteligente, batalhadora, determinada, forte, resiliente, conselheira, dedicada, protetora, sensível, engraçada e tantas outras coisas.

Obrigado, mamãe, por ser tudo isso. Gostaria de estar aí pra comemorar este dia junto de você. Como não vai ser possível, vou lembrar de você e agradecer a Deus pelo exemplo e influência que você teve e continua tendo na minha vida e na vida de tantos outros que te cercam.

Feliz dia das mães. Amo você.

#32 – Mario, Luigi, Toad e Princesa

Uma coisa rara aconteceu em São Paulo no último final de semana. Pela primeira vez em anos, os quatro primos do lado Freire da minha família estavam reunidos. Foi muito legal e muito nostálgico. Quando era bem mais novo, morei no bairro do Brooklin, por mais ou menos dois anos e meio. Eles também. Eu morava na Rua Flórida. Eles, na Nebraska (e eu pauso aqui para dizer que não aguento o fato de que os nomes das ruas do Brooklin são de estados ‘estadunidenses’!). Nós estudávamos na mesma escola, frequentávamos a mesma igreja, almoçávamos juntos praticamente todo final de semana. Até nossas idades são próximas: uma é de 82, outro de 83, outro de 84 e outro de 85. Um nasceu em janeiro, outro em fevereiro, outra em março e outro em abril. Esse convívio frequente foi interrompido quando nossa vida de nômade começou, e os nossos encontros passaram a ser bem menos frequentes.

Os anos foram passando, e nossos encontros tornaram-se cada vez mais infrequentes. Às vezes eu encontrava minha prima, ou o meu irmão se encontrava com os dois, ou do nada, o meu primo aparecia na minha igreja. Eu sempre fui o que menos os via, pelo fato de sempre estar no “oco do mundo”. Só um evento familiar (nesse caso, o aniversário do meu pai), pra reunir os quatro Freire da terceira geração. E foi muito bom. Todos adultos, todos com sua vida própria, todos com suas opiniões formada, porém todos com o mesmo senso de humor e a mesma apreciação pelas piadas e brincadeiras de outrora.

Esses primos meus me são muito queridos. Que os encontros voltem a ser mais frequentes!

PS.: O motivo do título é porque quando éramos crianças, brincávamos de Super Mario Bros. Eu era o Mario, o André era o Luigi, o meu irmão era o Toad e a Vanessa era a princesa. 🙂