#48 – Paris

Depois de Praga, fomos a Paris. Aproveitamos a conexão e esticamos a nossa estadia na Europa por mais uns dias. O voo de Praga para Paris atrasou uma hora e meia. Eu já estava ficando um pouco tenso, porque nossa amiga Emilie, que nos hospedou em sua casa, não tinha como saber do atraso. Graças a Deus, quando chegamos em Paris, consegui 15 minutos de Internet de graça, já que minha operadora não estava acionada para usar o celular fora do Brasil. No fim, não rolou desencontro. Lineu e Lanny, meus companheiros de viagem, pegaram um trem e foram passar a tarde em Bruxelas e eu fui pra casa da Emilie. Depois de um almoço com MUITO queijo (exagerei mesmo, sem medo de ser feliz!), pegamos o metrô e fomos pra Paris.

É uma cidade realmente muito bonita. Uma beleza diferente da de Praga, mas bonita mesmo assim. A sensação que dá é que ela brilha. Na sexta, a gente fez mais um reconhecimento de território do que qualquer outra coisa, já que teríamos que andar tudo de novo com o casal Soares nos dias seguintes, mas passamos pela Opera Garnier, Praça da Concórdia, Hotel dos Inválidos, Champs Elysees, Arco do Triunfo, fechando o dia na Torre Eiffel.

É de tirar o fôlego, de verdade. Ainda mais no entardecer, que foi quando a gente chegou na torre. Essa foto foi tirada no Trocadero. Enfim, o sol se pôs, pegamos o metrô, fomos buscar Lineu e Lanny na estação de trem e fomos pra casa.

No sábado, a Emilie agitou de eu cantar na Igreja Central de Paris. Cantei em português. Que igreja animada! Muita música, com músicos AO VIVO (algo que nós tupiniquins deveríamos implementar nas nossas igrejas), mas tudo em francês. Entendi pouquíssima coisa, mas valeu. Aqui vai uma foto com o Lineu e a Emilie após o culto.

Depois disso, a mãe da Emilie nos levou de carro até a catedral de Notre Dame, por volta das 14h, e lá nós começamos nossas andanças do dia. Andamos umas três horas, e lá pelas 17h, paramos pra almoçar. Churrasquinho grego. Sem mais.

Enfim, continuamos nossas andanças até as 22h30! Oito horas andando! Demais pra minha cabeça. Tudo bem que é Paris, mas tudo tem um limite, não é verdade?

No dia seguinte, fomos ao Palácio de Versailles. Fez um dia lindo, o que fez com que TODOS os turistas do mundo fossem pra lá também. Era muita gente.

Mas o tour foi legal. O palácio é muito bonito, e deu pra aproveitar. Demos uma passadinha num outlet na volta a Paris, e lá fomos conhecer a basílica de Sacre Coeur.

Bonita, né? Ela fica em um ponto bem alto da cidade, então a vista lá de cima é linda!

Anoiteceu e voltamos pra Torre pra vê-la à noite. Ela pisca de hora em hora. Linda igual!

A foto não está tão boa, mas dá pra ter uma idéia. No dia seguinte, fomos ao Louvre. A mãe da Emilie faz freelancer como guia do Louvre, então foi bom, porque fomos nos principais pontos do museu, que é imenso. Pra mim, que não sou tão ligado em arte, foi o suficiente. Dentre as muitas obras que vimos, lá está a Mona Lisa.

Ela é pequena e dá um pouco de medo. Aquele meio sorriso, e os olhos que te acompanham em todos os cantos da sala…sei não. Enfim, vimos o Louvre Medieval, a opulenta casa de Napoleão e fomos embora, pois queríamos subir a Torre Eiffel. As quatro horas de fila foram um teste de paciência, pois já estávamos exaustos, fragmentados, estrupiados, arrebentados. Mas aguentamos firme, e valeu a pena. A vista lá de cima é indescritível.

Bom, deu pra aproveitar bastante esses dias que passei fora. Confesso que os dias em Paris foram muito cansativos, e já estava pronto pra voltar pra casa, mas valeu.

Obrigado Lineu e Lanny, por serem ótimos companheiros de viagem. Obrigado Emilie e família pela ótima hospedagem. Um agradecimento especial à Emilie, por nos arrancar o couro na sexta e nos sábado, e à Lenia, mãe dela, por se compadecer de nós no domingo e na segunda. Foi ótimo!

Pra quem quiser ver mais fotos, é só entrar na minha página no Facebook!

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6 comentários

  1. Paris é sempre uma viagem a todos os sentidos. DEus abençoe seu trabalho e incentive sua criatividade com o contato tão direto com a arte. Poste mais fotos!

  2. Não raro vejo alguém dizendo que a Mona não é lá grandes coisas. Tive aula de artes neste semestre e você disse uma real: ela passa um medo da pega. Segundo meu professor, estudos comprovaram neste ano que ela é, na verdade, ele. Vai saber. Mas vem cá…que vidinha chata essa sua, hein?!rs

  3. Quantas bênçãos a flux, Marcel!
    Paris é o meu maior sonho de consumo de todooooooos!!!!!!!
    AAAAAAAAAAAAAAA
    Minha filha passou a lua de mel lá, eu fiquei feliscíssima por ela, mas obviamente quero ter, de corpo presente, o mesmo prazer inefável e perenal!

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