#11 – A Volta

Estou de volta ao Brasil. Cheguei segunda à noite. Foi uma viagem longa, de mais de 27 horas. Quem me acompanha no Twitter pôde acompanhar um pouco da saga. Antes de começar esse relato, eu quero dizer que às vezes, o barato acaba saindo claro. É clichê, mas não deixa de ser verdade. Eu, todo esperto, achei que economizaria horres pegando um voo São Paulo – Miami – São Paulo com alguns voos internos dentro dos Estados Unidos. Tudo certo, aproveitei horrores em Atlanta e na região de Washington, mas me arrependi amargamente de ter ido pra Miami na hora de voltar pra casa. Tive que pegar um voo de Washington pra Miami, onde esperei por volta de 3 horas até sair o voo rumo ao Brasil. Como a passagem foi barata, é claro que teve conexão no Rio de Janeiro. Esperei mais 4 horas no Galeão (aeroporto que não suporto) para embarcar rumo à São Paulo. O voo foi tranquilo, com duas excessões: 1) das oito horas de viagem, consegui dormir apenas duas; 2) sou levado a crer que o passageiro ao meu lado estava com um leve problema de gases.Após pegar as bagagens, quando você se dirige à saída no aeroporto, você normalmente é bombardeado de motoristas querendo te levar para diferentes lugares. Comigo não foi diferente. Um ser de estatura baixa me abordou querendo saber meu destino. “Preciso ir ao Terminal Rodoviário Tietê,” respondi. Ele me informou que o ônibus rumo ao terminal me custaria R$31,50, mas se eu fosse em sua van, ele me daria um desconto de R$1,50, e pediu que o esperasse enquanto ele arrecadava mais alguns passageiros. Nisso, Flavio e Natália, um casal paulistano retornando de Foz do Iguaçu, também foram abordados pelo mesmo motorista, que lhes informou que estava esperando o desembarque de um voo de modo que pudesse preencher sua van, e lhes pediu que o esperassem. O casal puxou conversa comigo, me ofereceram Toblerone, e nos tornamos grandes amigos naquele instante. Quando o pequeno motorista demorou pra chegar, resolvemos rachar um taxi e lá fomos nós rumo ao Terminal Rodoviário Tietê. Depois de lutar um pouco com minhas três malas e uma mochila (a sinestesia não é o meu forte), consegui chegar ao guichê da Viação Bonavita, onde comprei meu bilhete para a cidade de Artur Nogueira. Esperei mais uma hora na rodoviária, embarquei no ônibus, e caí em um profundo sono. Tamanho era meu sono que consegui acordar graças ao meu irmão batendo no vidro no ônibus do lado de fora ao chegar em Artur Nogueira. Não vi Paulínia, não vi Cosmópolis. Se não fosse meu irmão, teria acordado em Conchal.

Não consegui pensar em nenhuma conclusão decente pra esse post, então vou deixar estar. Té!

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